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Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Digo que o Ocidente est\u00e1 em perigo precisamente porque nos pa\u00edses que deveriam defender os valores do livre mercado, da propriedade privada e das outras institui\u00e7\u00f5es do libertarianismo, sectores do establishment pol\u00edtico e econ\u00f3mico, uns por erros no seu enquadramento te\u00f3rico e outros por ambi\u00e7\u00e3o de poder, est\u00e3o a minar os fundamentos do libertarianismo, abrindo as portas ao socialismo e potencialmente condenando-nos \u00e0 pobreza. mis\u00e9ria e estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Ora, se o capitalismo de livre iniciativa e a liberdade econ\u00f3mica t\u00eam sido ferramentas extraordin\u00e1rias para acabar com a pobreza no mundo; E estamos hoje no melhor momento da hist\u00f3ria da humanidade, por que digo ent\u00e3o que o Ocidente est\u00e1 em perigo?<\/p>\n\n\n\n
Digo que o Ocidente est\u00e1 em perigo precisamente porque nos pa\u00edses que deveriam defender os valores do livre mercado, da propriedade privada e das outras institui\u00e7\u00f5es do libertarianismo, sectores do establishment pol\u00edtico e econ\u00f3mico, uns por erros no seu enquadramento te\u00f3rico e outros por ambi\u00e7\u00e3o de poder, est\u00e3o a minar os fundamentos do libertarianismo, abrindo as portas ao socialismo e potencialmente condenando-nos \u00e0 pobreza. mis\u00e9ria e estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Este \u00e9 o modelo que propomos para a Argentina do futuro. Um modelo baseado nos princ\u00edpios fundamentais do libertarianismo: a defesa da vida, da liberdade e da propriedade.<\/p>\n\n\n\n
Ora, se o capitalismo de livre iniciativa e a liberdade econ\u00f3mica t\u00eam sido ferramentas extraordin\u00e1rias para acabar com a pobreza no mundo; E estamos hoje no melhor momento da hist\u00f3ria da humanidade, por que digo ent\u00e3o que o Ocidente est\u00e1 em perigo?<\/p>\n\n\n\n
Digo que o Ocidente est\u00e1 em perigo precisamente porque nos pa\u00edses que deveriam defender os valores do livre mercado, da propriedade privada e das outras institui\u00e7\u00f5es do libertarianismo, sectores do establishment pol\u00edtico e econ\u00f3mico, uns por erros no seu enquadramento te\u00f3rico e outros por ambi\u00e7\u00e3o de poder, est\u00e3o a minar os fundamentos do libertarianismo, abrindo as portas ao socialismo e potencialmente condenando-nos \u00e0 pobreza. mis\u00e9ria e estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, o capitalista \u00e9 um benfeitor social que, longe de se apropriar da riqueza alheia, contribui para o bem-estar geral. Em suma, um empreendedor de sucesso \u00e9 um her\u00f3i.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Este \u00e9 o modelo que propomos para a Argentina do futuro. Um modelo baseado nos princ\u00edpios fundamentais do libertarianismo: a defesa da vida, da liberdade e da propriedade.<\/p>\n\n\n\n
Ora, se o capitalismo de livre iniciativa e a liberdade econ\u00f3mica t\u00eam sido ferramentas extraordin\u00e1rias para acabar com a pobreza no mundo; E estamos hoje no melhor momento da hist\u00f3ria da humanidade, por que digo ent\u00e3o que o Ocidente est\u00e1 em perigo?<\/p>\n\n\n\n
Digo que o Ocidente est\u00e1 em perigo precisamente porque nos pa\u00edses que deveriam defender os valores do livre mercado, da propriedade privada e das outras institui\u00e7\u00f5es do libertarianismo, sectores do establishment pol\u00edtico e econ\u00f3mico, uns por erros no seu enquadramento te\u00f3rico e outros por ambi\u00e7\u00e3o de poder, est\u00e3o a minar os fundamentos do libertarianismo, abrindo as portas ao socialismo e potencialmente condenando-nos \u00e0 pobreza. mis\u00e9ria e estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Agora, para entender o que estamos aqui a defender, \u00e9 importante definir do que falamos quando falamos de libertarianismo. Para defini-lo, volto \u00e0s palavras do maior her\u00f3i das ideias de liberdade, da Argentina, o professor Alberto Benegas Lynch Jr., que diz: \u201clibertarianismo \u00e9 o respeito irrestrito ao projeto de vida dos outros, baseado no princ\u00edpio da n\u00e3o agress\u00e3o, em defesa do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade e \u00e0 propriedade, cujas institui\u00e7\u00f5es fundamentais s\u00e3o a propriedade privada, os mercados livres da interven\u00e7\u00e3o do Estado, a livre concorr\u00eancia, a divis\u00e3o do trabalho e a coopera\u00e7\u00e3o social.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, o capitalista \u00e9 um benfeitor social que, longe de se apropriar da riqueza alheia, contribui para o bem-estar geral. Em suma, um empreendedor de sucesso \u00e9 um her\u00f3i.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Este \u00e9 o modelo que propomos para a Argentina do futuro. Um modelo baseado nos princ\u00edpios fundamentais do libertarianismo: a defesa da vida, da liberdade e da propriedade.<\/p>\n\n\n\n
Ora, se o capitalismo de livre iniciativa e a liberdade econ\u00f3mica t\u00eam sido ferramentas extraordin\u00e1rias para acabar com a pobreza no mundo; E estamos hoje no melhor momento da hist\u00f3ria da humanidade, por que digo ent\u00e3o que o Ocidente est\u00e1 em perigo?<\/p>\n\n\n\n
Digo que o Ocidente est\u00e1 em perigo precisamente porque nos pa\u00edses que deveriam defender os valores do livre mercado, da propriedade privada e das outras institui\u00e7\u00f5es do libertarianismo, sectores do establishment pol\u00edtico e econ\u00f3mico, uns por erros no seu enquadramento te\u00f3rico e outros por ambi\u00e7\u00e3o de poder, est\u00e3o a minar os fundamentos do libertarianismo, abrindo as portas ao socialismo e potencialmente condenando-nos \u00e0 pobreza. mis\u00e9ria e estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Gra\u00e7as ao capitalismo de livre iniciativa, hoje, o mundo est\u00e1 no seu melhor. Nunca houve, em toda a hist\u00f3ria da humanidade, um tempo de maior prosperidade do que aquele que vivemos hoje. O mundo de hoje \u00e9 mais livre, mais rico, mais pac\u00edfico e mais pr\u00f3spero do que em qualquer outro momento da nossa hist\u00f3ria. Isto aplica-se a todos, mas particularmente aos pa\u00edses livres, onde respeitam a liberdade econ\u00f3mica e os direitos de propriedade dos indiv\u00edduos. Porque os pa\u00edses que s\u00e3o livres s\u00e3o 12 vezes mais ricos do que os que s\u00e3o reprimidos. O decil mais baixo da distribui\u00e7\u00e3o de pa\u00edses livres, vive melhor do que 90% da popula\u00e7\u00e3o de pa\u00edses reprimidos, tem 25 vezes menos pobres e 50 vezes menos pessoas em pobreza extrema. E como se isso n\u00e3o bastasse, os cidad\u00e3os de pa\u00edses livres vivem 25% mais do que os cidad\u00e3os de pa\u00edses reprimidos.<\/p>\n\n\n\n
Agora, para entender o que estamos aqui a defender, \u00e9 importante definir do que falamos quando falamos de libertarianismo. Para defini-lo, volto \u00e0s palavras do maior her\u00f3i das ideias de liberdade, da Argentina, o professor Alberto Benegas Lynch Jr., que diz: \u201clibertarianismo \u00e9 o respeito irrestrito ao projeto de vida dos outros, baseado no princ\u00edpio da n\u00e3o agress\u00e3o, em defesa do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade e \u00e0 propriedade, cujas institui\u00e7\u00f5es fundamentais s\u00e3o a propriedade privada, os mercados livres da interven\u00e7\u00e3o do Estado, a livre concorr\u00eancia, a divis\u00e3o do trabalho e a coopera\u00e7\u00e3o social.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, o capitalista \u00e9 um benfeitor social que, longe de se apropriar da riqueza alheia, contribui para o bem-estar geral. Em suma, um empreendedor de sucesso \u00e9 um her\u00f3i.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Este \u00e9 o modelo que propomos para a Argentina do futuro. Um modelo baseado nos princ\u00edpios fundamentais do libertarianismo: a defesa da vida, da liberdade e da propriedade.<\/p>\n\n\n\n
Ora, se o capitalismo de livre iniciativa e a liberdade econ\u00f3mica t\u00eam sido ferramentas extraordin\u00e1rias para acabar com a pobreza no mundo; E estamos hoje no melhor momento da hist\u00f3ria da humanidade, por que digo ent\u00e3o que o Ocidente est\u00e1 em perigo?<\/p>\n\n\n\n
Digo que o Ocidente est\u00e1 em perigo precisamente porque nos pa\u00edses que deveriam defender os valores do livre mercado, da propriedade privada e das outras institui\u00e7\u00f5es do libertarianismo, sectores do establishment pol\u00edtico e econ\u00f3mico, uns por erros no seu enquadramento te\u00f3rico e outros por ambi\u00e7\u00e3o de poder, est\u00e3o a minar os fundamentos do libertarianismo, abrindo as portas ao socialismo e potencialmente condenando-nos \u00e0 pobreza. mis\u00e9ria e estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
O colectivismo \u2013 ao inibir esses processos de descoberta e ao dificultar a apropria\u00e7\u00e3o do que foi descoberto \u2013 amarra as m\u00e3os do empres\u00e1rio e impossibilita que ele produza melhores bens e ofere\u00e7a melhores servi\u00e7os a um pre\u00e7o mais baixo.<\/strong> Como pode ser, ent\u00e3o, que a academia, as organiza\u00e7\u00f5es internacionais, a pol\u00edtica e a teoria econ\u00f3mica demonizem um sistema econ\u00f3mico que n\u00e3o s\u00f3 tirou 90% da popula\u00e7\u00e3o mundial da pobreza extrema e o est\u00e1 a fazer cada vez mais depressa, como tamb\u00e9m \u00e9 justo e moralmente superior?<\/p>\n\n\n\n
Gra\u00e7as ao capitalismo de livre iniciativa, hoje, o mundo est\u00e1 no seu melhor. Nunca houve, em toda a hist\u00f3ria da humanidade, um tempo de maior prosperidade do que aquele que vivemos hoje. O mundo de hoje \u00e9 mais livre, mais rico, mais pac\u00edfico e mais pr\u00f3spero do que em qualquer outro momento da nossa hist\u00f3ria. Isto aplica-se a todos, mas particularmente aos pa\u00edses livres, onde respeitam a liberdade econ\u00f3mica e os direitos de propriedade dos indiv\u00edduos. Porque os pa\u00edses que s\u00e3o livres s\u00e3o 12 vezes mais ricos do que os que s\u00e3o reprimidos. O decil mais baixo da distribui\u00e7\u00e3o de pa\u00edses livres, vive melhor do que 90% da popula\u00e7\u00e3o de pa\u00edses reprimidos, tem 25 vezes menos pobres e 50 vezes menos pessoas em pobreza extrema. E como se isso n\u00e3o bastasse, os cidad\u00e3os de pa\u00edses livres vivem 25% mais do que os cidad\u00e3os de pa\u00edses reprimidos.<\/p>\n\n\n\n
Agora, para entender o que estamos aqui a defender, \u00e9 importante definir do que falamos quando falamos de libertarianismo. Para defini-lo, volto \u00e0s palavras do maior her\u00f3i das ideias de liberdade, da Argentina, o professor Alberto Benegas Lynch Jr., que diz: \u201clibertarianismo \u00e9 o respeito irrestrito ao projeto de vida dos outros, baseado no princ\u00edpio da n\u00e3o agress\u00e3o, em defesa do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade e \u00e0 propriedade, cujas institui\u00e7\u00f5es fundamentais s\u00e3o a propriedade privada, os mercados livres da interven\u00e7\u00e3o do Estado, a livre concorr\u00eancia, a divis\u00e3o do trabalho e a coopera\u00e7\u00e3o social.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, o capitalista \u00e9 um benfeitor social que, longe de se apropriar da riqueza alheia, contribui para o bem-estar geral. Em suma, um empreendedor de sucesso \u00e9 um her\u00f3i.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Este \u00e9 o modelo que propomos para a Argentina do futuro. Um modelo baseado nos princ\u00edpios fundamentais do libertarianismo: a defesa da vida, da liberdade e da propriedade.<\/p>\n\n\n\n
Ora, se o capitalismo de livre iniciativa e a liberdade econ\u00f3mica t\u00eam sido ferramentas extraordin\u00e1rias para acabar com a pobreza no mundo; E estamos hoje no melhor momento da hist\u00f3ria da humanidade, por que digo ent\u00e3o que o Ocidente est\u00e1 em perigo?<\/p>\n\n\n\n
Digo que o Ocidente est\u00e1 em perigo precisamente porque nos pa\u00edses que deveriam defender os valores do livre mercado, da propriedade privada e das outras institui\u00e7\u00f5es do libertarianismo, sectores do establishment pol\u00edtico e econ\u00f3mico, uns por erros no seu enquadramento te\u00f3rico e outros por ambi\u00e7\u00e3o de poder, est\u00e3o a minar os fundamentos do libertarianismo, abrindo as portas ao socialismo e potencialmente condenando-nos \u00e0 pobreza. mis\u00e9ria e estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Portanto, o mercado \u00e9 um processo de descoberta, em que o capitalista encontra o rumo certo \u00e0 medida que avan\u00e7a, mas se o Estado pune o capitalista por ter sucesso e o bloqueia nesse processo de descoberta, destr\u00f3i os seus incentivos, e a consequ\u00eancia disso \u00e9 que ele produzir\u00e1 menos e o bolo ser\u00e1 menor, gerando danos \u00e0 sociedade como um todo.<\/p>\n\n\n\n
O colectivismo \u2013 ao inibir esses processos de descoberta e ao dificultar a apropria\u00e7\u00e3o do que foi descoberto \u2013 amarra as m\u00e3os do empres\u00e1rio e impossibilita que ele produza melhores bens e ofere\u00e7a melhores servi\u00e7os a um pre\u00e7o mais baixo.<\/strong> Como pode ser, ent\u00e3o, que a academia, as organiza\u00e7\u00f5es internacionais, a pol\u00edtica e a teoria econ\u00f3mica demonizem um sistema econ\u00f3mico que n\u00e3o s\u00f3 tirou 90% da popula\u00e7\u00e3o mundial da pobreza extrema e o est\u00e1 a fazer cada vez mais depressa, como tamb\u00e9m \u00e9 justo e moralmente superior?<\/p>\n\n\n\n
Gra\u00e7as ao capitalismo de livre iniciativa, hoje, o mundo est\u00e1 no seu melhor. Nunca houve, em toda a hist\u00f3ria da humanidade, um tempo de maior prosperidade do que aquele que vivemos hoje. O mundo de hoje \u00e9 mais livre, mais rico, mais pac\u00edfico e mais pr\u00f3spero do que em qualquer outro momento da nossa hist\u00f3ria. Isto aplica-se a todos, mas particularmente aos pa\u00edses livres, onde respeitam a liberdade econ\u00f3mica e os direitos de propriedade dos indiv\u00edduos. Porque os pa\u00edses que s\u00e3o livres s\u00e3o 12 vezes mais ricos do que os que s\u00e3o reprimidos. O decil mais baixo da distribui\u00e7\u00e3o de pa\u00edses livres, vive melhor do que 90% da popula\u00e7\u00e3o de pa\u00edses reprimidos, tem 25 vezes menos pobres e 50 vezes menos pessoas em pobreza extrema. E como se isso n\u00e3o bastasse, os cidad\u00e3os de pa\u00edses livres vivem 25% mais do que os cidad\u00e3os de pa\u00edses reprimidos.<\/p>\n\n\n\n
Agora, para entender o que estamos aqui a defender, \u00e9 importante definir do que falamos quando falamos de libertarianismo. Para defini-lo, volto \u00e0s palavras do maior her\u00f3i das ideias de liberdade, da Argentina, o professor Alberto Benegas Lynch Jr., que diz: \u201clibertarianismo \u00e9 o respeito irrestrito ao projeto de vida dos outros, baseado no princ\u00edpio da n\u00e3o agress\u00e3o, em defesa do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade e \u00e0 propriedade, cujas institui\u00e7\u00f5es fundamentais s\u00e3o a propriedade privada, os mercados livres da interven\u00e7\u00e3o do Estado, a livre concorr\u00eancia, a divis\u00e3o do trabalho e a coopera\u00e7\u00e3o social.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, o capitalista \u00e9 um benfeitor social que, longe de se apropriar da riqueza alheia, contribui para o bem-estar geral. Em suma, um empreendedor de sucesso \u00e9 um her\u00f3i.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Este \u00e9 o modelo que propomos para a Argentina do futuro. Um modelo baseado nos princ\u00edpios fundamentais do libertarianismo: a defesa da vida, da liberdade e da propriedade.<\/p>\n\n\n\n
Ora, se o capitalismo de livre iniciativa e a liberdade econ\u00f3mica t\u00eam sido ferramentas extraordin\u00e1rias para acabar com a pobreza no mundo; E estamos hoje no melhor momento da hist\u00f3ria da humanidade, por que digo ent\u00e3o que o Ocidente est\u00e1 em perigo?<\/p>\n\n\n\n
Digo que o Ocidente est\u00e1 em perigo precisamente porque nos pa\u00edses que deveriam defender os valores do livre mercado, da propriedade privada e das outras institui\u00e7\u00f5es do libertarianismo, sectores do establishment pol\u00edtico e econ\u00f3mico, uns por erros no seu enquadramento te\u00f3rico e outros por ambi\u00e7\u00e3o de poder, est\u00e3o a minar os fundamentos do libertarianismo, abrindo as portas ao socialismo e potencialmente condenando-nos \u00e0 pobreza. mis\u00e9ria e estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Aqueles que promovem a justi\u00e7a social partem da ideia de que a economia como um todo \u00e9 um bolo que pode ser distribu\u00eddo de uma maneira diferente, mas esse bolo n\u00e3o \u00e9 dado, \u00e9 a riqueza que \u00e9 gerada, no que \u2013 por exemplo \u2013 Israel Kirzner chama de processo de descoberta de mercado. Se o bem ou servi\u00e7o oferecido por uma empresa n\u00e3o \u00e9 desejado, essa empresa vai \u00e0 fal\u00eancia a menos que atenda ao que o mercado exige. Se produzir algo de boa qualidade a um pre\u00e7o bom e atrativo, vai ter sucesso e produzir mais.<\/p>\n\n\n\n
Portanto, o mercado \u00e9 um processo de descoberta, em que o capitalista encontra o rumo certo \u00e0 medida que avan\u00e7a, mas se o Estado pune o capitalista por ter sucesso e o bloqueia nesse processo de descoberta, destr\u00f3i os seus incentivos, e a consequ\u00eancia disso \u00e9 que ele produzir\u00e1 menos e o bolo ser\u00e1 menor, gerando danos \u00e0 sociedade como um todo.<\/p>\n\n\n\n
O colectivismo \u2013 ao inibir esses processos de descoberta e ao dificultar a apropria\u00e7\u00e3o do que foi descoberto \u2013 amarra as m\u00e3os do empres\u00e1rio e impossibilita que ele produza melhores bens e ofere\u00e7a melhores servi\u00e7os a um pre\u00e7o mais baixo.<\/strong> Como pode ser, ent\u00e3o, que a academia, as organiza\u00e7\u00f5es internacionais, a pol\u00edtica e a teoria econ\u00f3mica demonizem um sistema econ\u00f3mico que n\u00e3o s\u00f3 tirou 90% da popula\u00e7\u00e3o mundial da pobreza extrema e o est\u00e1 a fazer cada vez mais depressa, como tamb\u00e9m \u00e9 justo e moralmente superior?<\/p>\n\n\n\n
Gra\u00e7as ao capitalismo de livre iniciativa, hoje, o mundo est\u00e1 no seu melhor. Nunca houve, em toda a hist\u00f3ria da humanidade, um tempo de maior prosperidade do que aquele que vivemos hoje. O mundo de hoje \u00e9 mais livre, mais rico, mais pac\u00edfico e mais pr\u00f3spero do que em qualquer outro momento da nossa hist\u00f3ria. Isto aplica-se a todos, mas particularmente aos pa\u00edses livres, onde respeitam a liberdade econ\u00f3mica e os direitos de propriedade dos indiv\u00edduos. Porque os pa\u00edses que s\u00e3o livres s\u00e3o 12 vezes mais ricos do que os que s\u00e3o reprimidos. O decil mais baixo da distribui\u00e7\u00e3o de pa\u00edses livres, vive melhor do que 90% da popula\u00e7\u00e3o de pa\u00edses reprimidos, tem 25 vezes menos pobres e 50 vezes menos pessoas em pobreza extrema. E como se isso n\u00e3o bastasse, os cidad\u00e3os de pa\u00edses livres vivem 25% mais do que os cidad\u00e3os de pa\u00edses reprimidos.<\/p>\n\n\n\n
Agora, para entender o que estamos aqui a defender, \u00e9 importante definir do que falamos quando falamos de libertarianismo. Para defini-lo, volto \u00e0s palavras do maior her\u00f3i das ideias de liberdade, da Argentina, o professor Alberto Benegas Lynch Jr., que diz: \u201clibertarianismo \u00e9 o respeito irrestrito ao projeto de vida dos outros, baseado no princ\u00edpio da n\u00e3o agress\u00e3o, em defesa do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade e \u00e0 propriedade, cujas institui\u00e7\u00f5es fundamentais s\u00e3o a propriedade privada, os mercados livres da interven\u00e7\u00e3o do Estado, a livre concorr\u00eancia, a divis\u00e3o do trabalho e a coopera\u00e7\u00e3o social.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, o capitalista \u00e9 um benfeitor social que, longe de se apropriar da riqueza alheia, contribui para o bem-estar geral. Em suma, um empreendedor de sucesso \u00e9 um her\u00f3i.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Este \u00e9 o modelo que propomos para a Argentina do futuro. Um modelo baseado nos princ\u00edpios fundamentais do libertarianismo: a defesa da vida, da liberdade e da propriedade.<\/p>\n\n\n\n
Ora, se o capitalismo de livre iniciativa e a liberdade econ\u00f3mica t\u00eam sido ferramentas extraordin\u00e1rias para acabar com a pobreza no mundo; E estamos hoje no melhor momento da hist\u00f3ria da humanidade, por que digo ent\u00e3o que o Ocidente est\u00e1 em perigo?<\/p>\n\n\n\n
Digo que o Ocidente est\u00e1 em perigo precisamente porque nos pa\u00edses que deveriam defender os valores do livre mercado, da propriedade privada e das outras institui\u00e7\u00f5es do libertarianismo, sectores do establishment pol\u00edtico e econ\u00f3mico, uns por erros no seu enquadramento te\u00f3rico e outros por ambi\u00e7\u00e3o de poder, est\u00e3o a minar os fundamentos do libertarianismo, abrindo as portas ao socialismo e potencialmente condenando-nos \u00e0 pobreza. mis\u00e9ria e estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Dizem que o capitalismo \u00e9 mau porque \u00e9 individualista e que o coletivismo \u00e9 bom porque \u00e9 altru\u00edsta. Consequentemente, lutam por justi\u00e7a social, mas esse conceito, que \u2013 desde o Primeiro Mundo \u2013 se tornou moda nos \u00faltimos tempos no meu pa\u00eds \u00e9 uma constante no discurso pol\u00edtico h\u00e1 mais de 80 anos. O problema \u00e9 que a justi\u00e7a social n\u00e3o \u00e9 justa e n\u00e3o contribui para o bem-estar geral. Pelo contr\u00e1rio, \u00e9 uma ideia intrinsecamente injusta porque \u00e9 violenta; \u00c9 injusto porque o Estado se financia atrav\u00e9s de impostos e os impostos s\u00e3o recolhidos de forma coerciva. Algum de n\u00f3s poder\u00e1 dizer que paga impostos voluntariamente? Isso significa que o Estado se financia por meio da coer\u00e7\u00e3o, e quanto maior a carga tribut\u00e1ria, maior a coer\u00e7\u00e3o, menor a liberdade.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Aqueles que promovem a justi\u00e7a social partem da ideia de que a economia como um todo \u00e9 um bolo que pode ser distribu\u00eddo de uma maneira diferente, mas esse bolo n\u00e3o \u00e9 dado, \u00e9 a riqueza que \u00e9 gerada, no que \u2013 por exemplo \u2013 Israel Kirzner chama de processo de descoberta de mercado. Se o bem ou servi\u00e7o oferecido por uma empresa n\u00e3o \u00e9 desejado, essa empresa vai \u00e0 fal\u00eancia a menos que atenda ao que o mercado exige. Se produzir algo de boa qualidade a um pre\u00e7o bom e atrativo, vai ter sucesso e produzir mais.<\/p>\n\n\n\n
Portanto, o mercado \u00e9 um processo de descoberta, em que o capitalista encontra o rumo certo \u00e0 medida que avan\u00e7a, mas se o Estado pune o capitalista por ter sucesso e o bloqueia nesse processo de descoberta, destr\u00f3i os seus incentivos, e a consequ\u00eancia disso \u00e9 que ele produzir\u00e1 menos e o bolo ser\u00e1 menor, gerando danos \u00e0 sociedade como um todo.<\/p>\n\n\n\n
O colectivismo \u2013 ao inibir esses processos de descoberta e ao dificultar a apropria\u00e7\u00e3o do que foi descoberto \u2013 amarra as m\u00e3os do empres\u00e1rio e impossibilita que ele produza melhores bens e ofere\u00e7a melhores servi\u00e7os a um pre\u00e7o mais baixo.<\/strong> Como pode ser, ent\u00e3o, que a academia, as organiza\u00e7\u00f5es internacionais, a pol\u00edtica e a teoria econ\u00f3mica demonizem um sistema econ\u00f3mico que n\u00e3o s\u00f3 tirou 90% da popula\u00e7\u00e3o mundial da pobreza extrema e o est\u00e1 a fazer cada vez mais depressa, como tamb\u00e9m \u00e9 justo e moralmente superior?<\/p>\n\n\n\n
Gra\u00e7as ao capitalismo de livre iniciativa, hoje, o mundo est\u00e1 no seu melhor. Nunca houve, em toda a hist\u00f3ria da humanidade, um tempo de maior prosperidade do que aquele que vivemos hoje. O mundo de hoje \u00e9 mais livre, mais rico, mais pac\u00edfico e mais pr\u00f3spero do que em qualquer outro momento da nossa hist\u00f3ria. Isto aplica-se a todos, mas particularmente aos pa\u00edses livres, onde respeitam a liberdade econ\u00f3mica e os direitos de propriedade dos indiv\u00edduos. Porque os pa\u00edses que s\u00e3o livres s\u00e3o 12 vezes mais ricos do que os que s\u00e3o reprimidos. O decil mais baixo da distribui\u00e7\u00e3o de pa\u00edses livres, vive melhor do que 90% da popula\u00e7\u00e3o de pa\u00edses reprimidos, tem 25 vezes menos pobres e 50 vezes menos pessoas em pobreza extrema. E como se isso n\u00e3o bastasse, os cidad\u00e3os de pa\u00edses livres vivem 25% mais do que os cidad\u00e3os de pa\u00edses reprimidos.<\/p>\n\n\n\n
Agora, para entender o que estamos aqui a defender, \u00e9 importante definir do que falamos quando falamos de libertarianismo. Para defini-lo, volto \u00e0s palavras do maior her\u00f3i das ideias de liberdade, da Argentina, o professor Alberto Benegas Lynch Jr., que diz: \u201clibertarianismo \u00e9 o respeito irrestrito ao projeto de vida dos outros, baseado no princ\u00edpio da n\u00e3o agress\u00e3o, em defesa do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade e \u00e0 propriedade, cujas institui\u00e7\u00f5es fundamentais s\u00e3o a propriedade privada, os mercados livres da interven\u00e7\u00e3o do Estado, a livre concorr\u00eancia, a divis\u00e3o do trabalho e a coopera\u00e7\u00e3o social.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, o capitalista \u00e9 um benfeitor social que, longe de se apropriar da riqueza alheia, contribui para o bem-estar geral. Em suma, um empreendedor de sucesso \u00e9 um her\u00f3i.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Este \u00e9 o modelo que propomos para a Argentina do futuro. Um modelo baseado nos princ\u00edpios fundamentais do libertarianismo: a defesa da vida, da liberdade e da propriedade.<\/p>\n\n\n\n
Ora, se o capitalismo de livre iniciativa e a liberdade econ\u00f3mica t\u00eam sido ferramentas extraordin\u00e1rias para acabar com a pobreza no mundo; E estamos hoje no melhor momento da hist\u00f3ria da humanidade, por que digo ent\u00e3o que o Ocidente est\u00e1 em perigo?<\/p>\n\n\n\n
Digo que o Ocidente est\u00e1 em perigo precisamente porque nos pa\u00edses que deveriam defender os valores do livre mercado, da propriedade privada e das outras institui\u00e7\u00f5es do libertarianismo, sectores do establishment pol\u00edtico e econ\u00f3mico, uns por erros no seu enquadramento te\u00f3rico e outros por ambi\u00e7\u00e3o de poder, est\u00e3o a minar os fundamentos do libertarianismo, abrindo as portas ao socialismo e potencialmente condenando-nos \u00e0 pobreza. mis\u00e9ria e estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n
Por isso, como n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida de que o capitalismo de livre mercado \u00e9 superior \u2013 em termos de produ\u00e7\u00e3o \u2013 a filosofia de esquerda tem atacado o capitalismo por quest\u00f5es de moralidade, por ser, segundo os seus detratores, injusto.<\/p>\n\n\n\n
Dizem que o capitalismo \u00e9 mau porque \u00e9 individualista e que o coletivismo \u00e9 bom porque \u00e9 altru\u00edsta. Consequentemente, lutam por justi\u00e7a social, mas esse conceito, que \u2013 desde o Primeiro Mundo \u2013 se tornou moda nos \u00faltimos tempos no meu pa\u00eds \u00e9 uma constante no discurso pol\u00edtico h\u00e1 mais de 80 anos. O problema \u00e9 que a justi\u00e7a social n\u00e3o \u00e9 justa e n\u00e3o contribui para o bem-estar geral. Pelo contr\u00e1rio, \u00e9 uma ideia intrinsecamente injusta porque \u00e9 violenta; \u00c9 injusto porque o Estado se financia atrav\u00e9s de impostos e os impostos s\u00e3o recolhidos de forma coerciva. Algum de n\u00f3s poder\u00e1 dizer que paga impostos voluntariamente? Isso significa que o Estado se financia por meio da coer\u00e7\u00e3o, e quanto maior a carga tribut\u00e1ria, maior a coer\u00e7\u00e3o, menor a liberdade.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Aqueles que promovem a justi\u00e7a social partem da ideia de que a economia como um todo \u00e9 um bolo que pode ser distribu\u00eddo de uma maneira diferente, mas esse bolo n\u00e3o \u00e9 dado, \u00e9 a riqueza que \u00e9 gerada, no que \u2013 por exemplo \u2013 Israel Kirzner chama de processo de descoberta de mercado. Se o bem ou servi\u00e7o oferecido por uma empresa n\u00e3o \u00e9 desejado, essa empresa vai \u00e0 fal\u00eancia a menos que atenda ao que o mercado exige. Se produzir algo de boa qualidade a um pre\u00e7o bom e atrativo, vai ter sucesso e produzir mais.<\/p>\n\n\n\n
Portanto, o mercado \u00e9 um processo de descoberta, em que o capitalista encontra o rumo certo \u00e0 medida que avan\u00e7a, mas se o Estado pune o capitalista por ter sucesso e o bloqueia nesse processo de descoberta, destr\u00f3i os seus incentivos, e a consequ\u00eancia disso \u00e9 que ele produzir\u00e1 menos e o bolo ser\u00e1 menor, gerando danos \u00e0 sociedade como um todo.<\/p>\n\n\n\n
O colectivismo \u2013 ao inibir esses processos de descoberta e ao dificultar a apropria\u00e7\u00e3o do que foi descoberto \u2013 amarra as m\u00e3os do empres\u00e1rio e impossibilita que ele produza melhores bens e ofere\u00e7a melhores servi\u00e7os a um pre\u00e7o mais baixo.<\/strong> Como pode ser, ent\u00e3o, que a academia, as organiza\u00e7\u00f5es internacionais, a pol\u00edtica e a teoria econ\u00f3mica demonizem um sistema econ\u00f3mico que n\u00e3o s\u00f3 tirou 90% da popula\u00e7\u00e3o mundial da pobreza extrema e o est\u00e1 a fazer cada vez mais depressa, como tamb\u00e9m \u00e9 justo e moralmente superior?<\/p>\n\n\n\n
Gra\u00e7as ao capitalismo de livre iniciativa, hoje, o mundo est\u00e1 no seu melhor. Nunca houve, em toda a hist\u00f3ria da humanidade, um tempo de maior prosperidade do que aquele que vivemos hoje. O mundo de hoje \u00e9 mais livre, mais rico, mais pac\u00edfico e mais pr\u00f3spero do que em qualquer outro momento da nossa hist\u00f3ria. Isto aplica-se a todos, mas particularmente aos pa\u00edses livres, onde respeitam a liberdade econ\u00f3mica e os direitos de propriedade dos indiv\u00edduos. Porque os pa\u00edses que s\u00e3o livres s\u00e3o 12 vezes mais ricos do que os que s\u00e3o reprimidos. O decil mais baixo da distribui\u00e7\u00e3o de pa\u00edses livres, vive melhor do que 90% da popula\u00e7\u00e3o de pa\u00edses reprimidos, tem 25 vezes menos pobres e 50 vezes menos pessoas em pobreza extrema. E como se isso n\u00e3o bastasse, os cidad\u00e3os de pa\u00edses livres vivem 25% mais do que os cidad\u00e3os de pa\u00edses reprimidos.<\/p>\n\n\n\n
Agora, para entender o que estamos aqui a defender, \u00e9 importante definir do que falamos quando falamos de libertarianismo. Para defini-lo, volto \u00e0s palavras do maior her\u00f3i das ideias de liberdade, da Argentina, o professor Alberto Benegas Lynch Jr., que diz: \u201clibertarianismo \u00e9 o respeito irrestrito ao projeto de vida dos outros, baseado no princ\u00edpio da n\u00e3o agress\u00e3o, em defesa do direito \u00e0 vida, \u00e0 liberdade e \u00e0 propriedade, cujas institui\u00e7\u00f5es fundamentais s\u00e3o a propriedade privada, os mercados livres da interven\u00e7\u00e3o do Estado, a livre concorr\u00eancia, a divis\u00e3o do trabalho e a coopera\u00e7\u00e3o social.\u201d<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, o capitalista \u00e9 um benfeitor social que, longe de se apropriar da riqueza alheia, contribui para o bem-estar geral. Em suma, um empreendedor de sucesso \u00e9 um her\u00f3i.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Este \u00e9 o modelo que propomos para a Argentina do futuro. Um modelo baseado nos princ\u00edpios fundamentais do libertarianismo: a defesa da vida, da liberdade e da propriedade.<\/p>\n\n\n\n
Ora, se o capitalismo de livre iniciativa e a liberdade econ\u00f3mica t\u00eam sido ferramentas extraordin\u00e1rias para acabar com a pobreza no mundo; E estamos hoje no melhor momento da hist\u00f3ria da humanidade, por que digo ent\u00e3o que o Ocidente est\u00e1 em perigo?<\/p>\n\n\n\n
Digo que o Ocidente est\u00e1 em perigo precisamente porque nos pa\u00edses que deveriam defender os valores do livre mercado, da propriedade privada e das outras institui\u00e7\u00f5es do libertarianismo, sectores do establishment pol\u00edtico e econ\u00f3mico, uns por erros no seu enquadramento te\u00f3rico e outros por ambi\u00e7\u00e3o de poder, est\u00e3o a minar os fundamentos do libertarianismo, abrindo as portas ao socialismo e potencialmente condenando-nos \u00e0 pobreza. mis\u00e9ria e estagna\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
De facto, nunca se deve esquecer que o socialismo \u00e9 sempre e em toda a parte um fen\u00f3meno empobrecedor que fracassou em todos os pa\u00edses onde foi tentado. Foi um fracasso econ\u00f3mico. Foi um fracasso social. Foi um fracasso cultural. E tamb\u00e9m assassinou mais de 100 milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O problema essencial do Ocidente de hoje \u00e9 que n\u00e3o devemos confrontar apenas aqueles que, mesmo ap\u00f3s a queda do muro e a esmagadora evid\u00eancia emp\u00edrica, continuam a lutar pelo empobrecimento do socialismo; mas tamb\u00e9m aos nossos pr\u00f3prios l\u00edderes, pensadores e acad\u00e9micos que, sob o disfarce de um quadro te\u00f3rico defeituoso, minam os alicerces do sistema que nos deu a maior expans\u00e3o de riqueza e prosperidade da nossa hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
O corpo te\u00f3rico a que me refiro \u00e9 o da teoria econ\u00f3mica neocl\u00e1ssica, que desenha um sistema que, sem querer, promove a interfer\u00eancia do Estado, levando ao socialismo e \u00e0 degrada\u00e7\u00e3o da sociedade. O problema dos neoclassicistas \u00e9 que, como o modelo pelo qual se apaixonaram n\u00e3o se enquadra com realidade, atribuem esse erro a supostas falhas de mercado, em vez de reverem as premissas do seu modelo.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sob o pretexto de uma alegada falha do mercado, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es que apenas geram distor\u00e7\u00f5es no sistema de pre\u00e7os, que impedem o c\u00e1lculo econ\u00f3mico e, consequentemente, a poupan\u00e7a, o investimento e o crescimento.<\/p>\n\n\n\n
Este problema reside essencialmente no facto de mesmo os economistas supostamente libert\u00e1rios n\u00e3o compreenderem o que \u00e9 o mercado, porque, se o fizessem, rapidamente veriam que \u00e9 imposs\u00edvel que existam falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
O mercado n\u00e3o \u00e9 uma curva de oferta e procura num gr\u00e1fico. O mercado \u00e9 um mecanismo de coopera\u00e7\u00e3o social em que as trocas s\u00e3o volunt\u00e1rias. Por conseguinte, tendo em conta esta defini\u00e7\u00e3o, uma falha de mercado \u00e9 um oximoro. N\u00e3o existe qualquer falha do mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Se as transa\u00e7\u00f5es forem volunt\u00e1rias, o \u00fanico contexto em que pode haver uma falha do mercado \u00e9 se houver coa\u00e7\u00e3o. E o \u00fanico com a capacidade de coagir de forma generalizada \u00e9 o Estado, que tem o monop\u00f3lio da viol\u00eancia. Consequentemente, se algu\u00e9m considerar que existe uma falha de mercado, recomendo que verifique se existe pelo meio alguma interven\u00e7\u00e3o estatal. E se achar que n\u00e3o h\u00e1 interven\u00e7\u00e3o estatal, sugiro que fa\u00e7a a an\u00e1lise novamente porque est\u00e1 definitivamente errado. N\u00e3o existem falhas de mercado.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Um exemplo das supostas falhas de mercado descritas pelos neoclassicistas s\u00e3o as estruturas concentradas da economia. No entanto, sem fun\u00e7\u00f5es que apresentam um retorno crescente \u00e0 escala, cuja contrapartida s\u00e3o as estruturas concentradas da economia, n\u00e3o conseguir\u00edamos explicar o crescimento econ\u00f3mico desde 1800 at\u00e9 ao presente.<\/p>\n\n\n\n
Repare-se como \u00e9 interessante. A partir do ano de 1800, com a popula\u00e7\u00e3o a multiplicar-se mais de 8 ou 9 vezes, a produ\u00e7\u00e3o per capita cresceu mais de 15 vezes. H\u00e1 retornos crescentes, que levaram a pobreza extrema de 95% para 5%. No entanto, essa presen\u00e7a de retornos crescentes implica estruturas concentradas, o que seria chamado de monop\u00f3lio.<\/p>\n\n\n\n
Como \u00e9 poss\u00edvel para os te\u00f3ricos neocl\u00e1ssicos que algo que gerou tanto bem-estar seja uma falha de mercado? Economistas neocl\u00e1ssicos \u201csaiam da caixa\u201d! Quando o modelo falha, n\u00e3o precisam irritar-se com a realidade. T\u00eam de se irritar com o modelo e mud\u00e1-lo.<\/p>\n\n\n\n
O dilema que o modelo neocl\u00e1ssico enfrenta \u00e9 que afirmam querer melhorar o funcionamento do mercado atacando o que consideram ser fracassos, mas ao faz\u00ea-lo n\u00e3o s\u00f3 abrem as portas ao socialismo, como tamb\u00e9m minam o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por exemplo, regular os monop\u00f3lios, destruir os lucros e esmagar os rendimentos crescentes destruiria automaticamente o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Por outras palavras, cada vez que se quer corrigir uma suposta falha do mercado, inexoravelmente, porque n\u00e3o se sabe o que \u00e9 o mercado ou porque se apaixonou por um modelo falhado, est\u00e1-se a abrir as portas ao socialismo e a condenar as pessoas \u00e0 pobreza.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No entanto, face \u00e0 demonstra\u00e7\u00e3o te\u00f3rica de que a interven\u00e7\u00e3o estatal \u00e9 nociva, e \u00e0 evid\u00eancia emp\u00edrica de que falhou \u2013 porque n\u00e3o podia ser de outra forma \u2013, a solu\u00e7\u00e3o que os coletivistas ir\u00e3o propor n\u00e3o \u00e9 uma maior liberdade, mas sim uma maior regula\u00e7\u00e3o, gerando uma espiral descendente de regula\u00e7\u00f5es at\u00e9 ficarmos todos mais pobres. E a vida de todos n\u00f3s depende de um burocrata sentado num escrit\u00f3rio chique.<\/p>\n\n\n\n
Dado o fracasso retumbante dos modelos coletivistas e os ineg\u00e1veis avan\u00e7os do mundo livre, os socialistas foram for\u00e7ados a mudar sua agenda. Deixaram para tr\u00e1s a luta de classes baseada no sistema econ\u00f3mico para a substituir por outros supostos conflitos sociais igualmente prejudiciais \u00e0 vida comunit\u00e1ria e ao crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
A primeira dessas novas batalhas foi a rid\u00edcula e antinatural conflito entre homem e mulher.<\/p>\n\n\n\n
O libertarianismo j\u00e1 estabelece a igualdade entre os sexos. A pedra fundamental do nosso credo diz que todos os homens s\u00e3o criados iguais, que todos temos os mesmos direitos inalien\u00e1veis concedidos pelo criador, entre os quais est\u00e3o a vida, a liberdade e a propriedade.<\/p>\n\n\n\n
A \u00fanica coisa que essa agenda do feminismo radical se tornou \u00e9 numa maior interven\u00e7\u00e3o do Estado para dificultar o processo econ\u00f3mico, para dar trabalho a burocratas que n\u00e3o contribuem em nada para a sociedade, seja na forma de minist\u00e9rios da mulher ou organiza\u00e7\u00f5es internacionais dedicadas a promover essa agenda.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Outro dos conflitos que os socialistas colocam \u00e9 o do homem contra a natureza. Argumentam que os seres humanos prejudicam o planeta e que ele deve ser protegido a todo custo, chegando ao ponto de defender mecanismos de controle populacional ou a agenda sangrenta do aborto.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Infelizmente, estas ideias nocivas t\u00eam permeado fortemente a nossa sociedade. Os neomarxistas conseguiram cooptar o senso comum do Ocidente. Conseguiram isso gra\u00e7as \u00e0 apropria\u00e7\u00e3o dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, da cultura, das universidades e, sim, tamb\u00e9m das organiza\u00e7\u00f5es internacionais.<\/p>\n\n\n\n
Felizmente, cada vez mais gente como n\u00f3s ousa levantar a voz. Porque vemos que, se n\u00e3o combatermos estas ideias de frente, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 o de ter cada vez mais Estado, mais regula\u00e7\u00e3o, mais socialismo, mais pobreza, menos liberdade e, consequentemente, um pior n\u00edvel de vida.<\/p>\n\n\n\n
O Ocidente, infelizmente, j\u00e1 come\u00e7ou a trilhar esse caminho. Sei que pode soar rid\u00edculo para muitos sugerir que o Ocidente se voltou para o socialismo. Mas s\u00f3 \u00e9 rid\u00edculo na medida em que se restringe \u00e0 defini\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica tradicional de socialismo, que afirma que \u00e9 um sistema econ\u00f3mico onde o Estado \u00e9 dono dos meios de produ\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
Esta defini\u00e7\u00e3o deveria, para n\u00f3s, ser actualizada \u00e0s circunst\u00e2ncias actuais. Hoje, os Estados n\u00e3o precisam controlar diretamente os meios de produ\u00e7\u00e3o para controlar todos os aspectos da vida dos indiv\u00edduos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Com ferramentas como emiss\u00e3o monet\u00e1ria, empr\u00e9stimos, subs\u00eddios, controles de taxas de juros, controles de pre\u00e7os e regulamenta\u00e7\u00f5es para corrigir as chamadas \u201cfalhas de mercado\u201d, eles podem controlar os destinos de milh\u00f5es de seres humanos.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
\u00c9 assim que chegamos ao ponto em que, sob diferentes nomes ou formas, boa parte das propostas pol\u00edticas geralmente aceites na maioria dos pa\u00edses ocidentais s\u00e3o variantes colectivistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Sejam eles abertamente comunistas, socialistas, social-democratas, democratas-crist\u00e3os, neokeynesianos, progressistas, populistas, nacionalistas ou globalistas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
No final, n\u00e3o h\u00e1 diferen\u00e7as substantivas: todos defendem que o Estado deve dirigir todos os aspetos da vida dos indiv\u00edduos. Todos eles defendem um modelo contr\u00e1rio \u00e0quele que conduziu a humanidade ao progresso mais espetacular da sua hist\u00f3ria.<\/p>\n\n\n\n
Viemos aqui hoje para convidar os outros pa\u00edses do Ocidente a retomarem o caminho da prosperidade. A liberdade econ\u00f3mica, o governo limitado e o respeito irrestrito pela propriedade privada s\u00e3o elementos essenciais para o crescimento econ\u00f3mico.<\/p>\n\n\n\n
Este fen\u00f3meno de empobrecimento produzido pelo colectivismo n\u00e3o \u00e9 uma fantasia. Nem fatalismo. \u00c9 uma realidade que n\u00f3s, argentinos, conhecemos muito bem.<\/p>\n\n\n\n
Porque j\u00e1 vivemos isso. N\u00f3s estivemos l\u00e1. Porque, como disse antes, desde que decidimos abandonar o modelo de liberdade que nos enriqueceu, estamos presos numa espiral descendente em que somos cada dia mais pobres.<\/p>\n\n\n\n
N\u00f3s j\u00e1 experimentamos isso. E estamos aqui para alert\u00e1-los sobre o que pode acontecer se os pa\u00edses do Ocidente que enriqueceram com o modelo de liberdade, continuarem nesse caminho de servid\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n
O caso argentino \u00e9 a demonstra\u00e7\u00e3o emp\u00edrica de que n\u00e3o importa qu\u00e3o rico seja, quantos recursos naturais tenha, n\u00e3o importa qu\u00e3o qualificada seja a popula\u00e7\u00e3o, ou qu\u00e3o educada ela seja, ou quantas barras de ouro existam nos cofres do banco central.<\/p>\n\n\n\n
Se forem tomadas medidas que impe\u00e7am o livre funcionamento dos mercados, a livre concorr\u00eancia, os sistemas de pre\u00e7os livres, se o com\u00e9rcio for dificultado, se a propriedade privada for violada, o \u00fanico destino poss\u00edvel \u00e9 a pobreza.<\/p>\n\n\n\n
Para concluir, quero deixar uma mensagem a todos os empres\u00e1rios aqui presentes e \u00e0queles que nos observam de todos os cantos do planeta.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o vos deixeis intimidar nem pela casta pol\u00edtica nem pelos parasitas que vivem do Estado. N\u00e3o se rendam a uma classe pol\u00edtica que s\u00f3 quer perpetuar-se no poder e manter os seus privil\u00e9gios.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o benfeitores sociais. Voc\u00eas s\u00e3o her\u00f3is. Voc\u00eas s\u00e3o os criadores do per\u00edodo mais extraordin\u00e1rio de prosperidade que j\u00e1 vivemos. Que ningu\u00e9m lhes diga que a sua ambi\u00e7\u00e3o \u00e9 imoral. Se ganham dinheiro, \u00e9 porque oferecem um produto melhor a um pre\u00e7o melhor, contribuindo assim para o bem-estar geral.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
N\u00e3o cedam ao avan\u00e7o do Estado. O Estado n\u00e3o \u00e9 a solu\u00e7\u00e3o. O Estado \u00e9 o pr\u00f3prio problema.<\/strong><\/p>\n\n\n\n
Voc\u00eas s\u00e3o os verdadeiros protagonistas desta hist\u00f3ria, e sabem que, a partir de hoje, t\u00eam um aliado inabal\u00e1vel na Rep\u00fablica Argentina.<\/p>\n\n\n\n
Muito obrigado e Viva la libertad carajo<\/em>!\"<\/p>\n\n\n\n
Cr\u00e9ditos pela tradu\u00e7\u00e3o: Oficina da Liberdade<\/a><\/p>\n\n\n\n